O livro A Rua de Todo Mundo tem sido adotado por escolas no trabalho paradidático de vários temas. Alguns educadores descrevem um pouco de como isso foi feito:

Anahi Reis Doederlein Pimentel, professora
Escola Classe 102 Sul, Brasília (DF)

“A Escola Classe 102 Sul envolveu o livro A Rua de Todo Mundo em seu projeto de leitura. Todos os alunos da escola, do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental, leram o livro em sala de aula e realizaram trabalhos sobre o tema. As turmas confeccionaram murais imitando as páginas do livro e convidaram a autora para participar do momento de contração de histórias da escola. Carol leu sua história para todos com seu livro projetado em a grande tela. Leu, comentou, respondeu às perguntas dos alunos. Foi um momento rico, onde as crianças foram além daquela história, sabendo da origem, do porquê daquele título e de onde veio a inspiração para a obra. Além de termos trabalhado as diferenças culturais apresentadas na história, foi possível debater com todos sobre a criação de um livro, desde o sonho até a possibilidade de tornar realidade. Foram momentos lúdicos, de aprendizado e grande riqueza para nossas aulas!”

Vivian Pilz, professora
Colégio Israelita Brasileiro, Porto Alegre (RS)

“O livro foi usado dentro de dois projetos chamados Identidade e Onde estou?. Esses projetos tem como objetivo trabalhar a identidade individual e de grupo, pois as crianças primeiro identificam suas preferências, vontades e características para depois conhecer as dos colegas. Na identidade de grupo, eles trabalham conhecendo a escola por dentro e por fora, assim como trabalhamos também a residência de casa um, o que nos permite trabalhar com distâncias, cálculos, fachadas… Um trabalho que envolve várias áreas de conhecimento. A Rua de Todo Mundo expandiu os horizontes dessa pesquisa, inserindo nesse panorama a realidade de outros países. Avançamos mais, entrando em contato com ex-colegas que estão morando no exterior, que conversaram com as crianças por vídeo, o que permitiu que as crianças vissem como é a residência e as características desses lugares distantes. Acho que esse foi o ponto alto do projeto, pois unimos a tecnologia com o livro físico, reavivando um interesse – já que muitas crianças não leem mais a não ser em aparelhos eletrônicos.  As crianças gostaram muito das ilustrações também!”.

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